... miscelânea ... |
|
|
Java, Tecnologia, Bolsa, Notas e o que me der na cabeça de escrever aqui
Links
Meu irmão é poeta, já escreveu um livro, ele mantém um site onde publica algumas poesias. Archives |
Quinta-feira, Junho 07, 2007
Assistindo Filmes na TV com o iPod Taí uma coisa que descobri recentemente que funciona muito bem. Achei um programa chamado Super que converte praticamente todo tipo de vídeo para mp4 (o formato do iPod), a grande sacada dele é que você não precisa ficar configurando nada, basta dizer que quer a melhor resolução possível para iPod 5.5 que ele faz tudo sozinho. Além disso um cabo A/V ou uma base fazem a diferença. Ah! Não pode esquecer de alimentação externa, pois a bateria não aguenta muito bem um filme de 2 horas.
Um tempo atrás comprei um NSLU2 da Linksys (ou Slug para os iniciados), é um aparelhinho para compartilhar arquivos numa rede. Só que ele tem uma outra coisa muito legal. Você pode instalar linux nele. Aí as possibilidade aumentam e muito. Só que tive problemas iniciais no setup, junto com ele comprei um Seagate FreeAgent Desktop 320GB, que é um hd externo da Seagate que faz spin-down (desliga) sozinho depois de 15 minutos, como o linux não sabe disso acontece um monte de problema quando ele tenta escrever no disco com ele desligado, óbvio não? Depois de muito ralar na internet, consegui achar a solução, que coloquei la no wiki do slug em http://www.nslu2-linux.org/wiki/FAQ/DealWithAutoSpinDownOnSeagateFreeAgent Traduzindo aqui a solução é configurar o linux para ligar o hd primeiro, isso pode ser feito editando propriedades do kernel, mais especificamente alterando o arquivo: echo 1 >/sys/block/sda/device/allow_restart que no meu caso era: echo 1 >/sys/class/scsi_disk/0:0:0:0/allow_restart Boa sorte pra quem estiver com o mesmo problema
Vono ligando pro Skype via Linksys PAP2 Meu firmware é 5.1.1(LS) pra quem interessar. Meu dial plan está assim (y troca pelos celulares liberados, pois como o Vono não é lá muito barato pra celular, deixei bloqueado) (*xx|9yyyyyyyS0|9yyyyyyyS0|9yyyyyyyS0|9yyyyyyyS0|9yyyyyyyS0|9yyyyyyyS0|[2-7]xxxxxxxS0|0[1-9][1-9]xxxxxxxxS0|0800x.|00x.|<1:usuario1%23skype@vono.net.br>|<2:usuario2%23skype@vono.net.br>) Não esquecer das configurações: Audio Configuration/Preferred Codec: G711u Use Pref Codec Only: Yes Com isso basta digitar 1 ou 2 no telefone que ele liga, se o contato estiver offline dá sinal de ocupado. Domingo, Junho 03, 2007
Recentemente o Linus Torvalds fez uma palestra no Google sobre sistemas de controle de versão, (YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=4XpnKHJAok8) basicamente ele malha todos os softwares existentes e fala bem de sua última criação o Git. Alguns blogs falam sobre a palestra em http://kylecordes.com/2007/05/17/linux-git-distributed/ e http://codicesoftware.blogspot.com/2007/05/linus-torvalds-on-git-and-scm.html, achei o pelo Slashdot (http://developers.slashdot.org/article.pl?sid=07/06/03/004214). Minha opinião é no mínimo incompleta. Sou usuário do CVS (http://ximbiot.com/cvs/cvshome/) faz cerca de 4 anos, já passei por toda sorte de problemas com ele, mas "me adaptei" adaptando o cvs. Um dos problemas que o Linus comenta, a respeito da dificuldade de criar branches e fazer merges. Realmente usar o cvs "out-of-the-box" para fazer isso é extremamente complicado, porém através do plugin do eclipse (que é a forma principal de uso na empresa onde trabalho) se torna uma tarefa extremamente simples. Claro, aliado a uma política de como fazer que é papo para outro post. Outro ponto que ele comenta é que os repositórios distribuídos facilitam o ato de criar branches. Pois no seu repositório você tem permissão de commit em qualquer lugar, e, dessa forma incentiva a criação de branches. Concordo com ele a respeito do fato de que repositórios distribuídos facilitam ao extremo a criação de branches para "qualquer manutenção, teste ou melhoria". No nosso caso, mais uma vez, adaptamos o cvs, criando uma forma de controle de acesso nos mesmos. Nessa implementação, é possível a qualquer um abrir um branch, apenas o HEAD dos projetos tem controle de acesso restrito. Realmente alguns dos pontos abordados são complicados. Um ponto que o cvs realmente "pifa" é quando você faz refactor (aka rename e move) e ele não lida bem com isso. O subversion resolve esse problema, mas só se você usa os comandos do subversion para renomear e mover (esqueça usar o eclipse, o svn se perde tanto quanto o cvs) Uma coisa que realmente o Subversion tem que eu sinto falta é o lance dos changesets O post anterior foi a 3 anos. No dia anterior minha mãe faleceu. Eu não escrever nada aqui não tem muito a ver com isso, nesse meio tempo minha filhinha nasceu. A vida se renova. O tempo não tem sobrado muito. Agora vou tentar escrever aqui com mais frequencia. |